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Arquitectura.pt


toughpanther

Dois anos de estágio e três sem assinar?!

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Não se percebe para quê e porquê tanta rispidez nas suas palavras!!!!!
Aqui debatem-se ideias e temas de conversa, não é um poço vazio com função de albergar pessoas desconcertadas que se servem dele para virem despejar as suas raivas e frustrações.
Não sou moderadora, mas acima de tudo há que moderar os modos quando numa conversa de interesse geral, todos dão o máximo para se entenderem.
Agora se acha que somos todos o mesmo, e alimenta a sua visão desta classe profissional de forma arrogante e ridicula sem conhecimento de causa, convido-o a libertar os demónios que o atormentam nas inúmeras conferências de Arq. que existem por Lisboa a decorrer até ao fim do mês.
Já que se manifestou com tanta veemência aqui neste tópico, não perca tempo a escrever mas sim a ir ao cerne da questão. Vá a conferências e grite e exploda da maneira que mais lhe convém, chame reaccionários como já afirmou e não se esqueça de incluir o "meu" ao longo do seu discurso.

As pessoas de fora, de uma forma errónea tendem a formar estereótipos dos arquitectos, que são os rebeldes mas no fundo são os filhos da mamã...
Aqui neste forum há muita gente que sabe o que é esforçar, sacrificio, trabalhar e estudar ao mesmo tempo para no fim deter um canudo. Agora se o user Olho insiste em bombardear tudo e todos, aliste-se nas forças armadas, porque perfil de vitima de"stress de guerra" já o tem.

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por acaso tive nos Comandos 2 anos hahahaa

sabe, eu penso q está mal pensar-se em resolver o problema em fechar as portas ao ensino! penso q todo o ser humano Devia de ter o direito a educação!!!

acho q não vale a pena lamentar-se enquanto estagiário, culpar ateliers de "gordos" (se não foi esta a expressão q li, é parecida), eu não estou por fora, o meu pai é doutorado em Engenharia civil, e desde muito cedo faço desenhos para o meu pai e convivo na casa da construção, conheço milhões de amigos do meu pai, arq. e eng., alguns igualmente donos de ateliers como o meu pai, e nunca vi lamentos assim!
Todos se queixam. Afinal, nunca ouvi mesmo antes da crise um patrão dizer q "isto está mta bom" hahaha

eu acho q os arquitectos sabem muito bem o que é e como é a vida de arquitecto, acho mal o tipo de lamentos q vejo por aqui!

e sou sincero, para mim é mto estúpido o ser humano q trabalha 10 anos a recibos verdes, para mim não é coitado!
acho mal estagiários oferecerem-se de borla, e etc etc..

ha, e eu quero ser Arquitecto! lol

Cumprimentos

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Sintetizando a coisa, pode-se afirmar que as suas 2 intenvenções anteriores neste tópico foram dispensaveis e se tivesse expressado da forma como acabou de o fazer seria mais aceitavel, já que explicou de forma clara o seu ponto de vista. Quando se fala em controlar as entradas das Universidades, não é fechar as portas ao Ensino. Porque, repare, há uns bons anos lembro-me bem de existirem poucas Universidades com o curso de Arquitectura. Hoje quase todas o têm, muitas infelizmente sem condições de ensino, tanto a nivel material como de corpo docente. Virou moda toda a Universidade ter arquitectura...e o resultado está aí á vista, fabricaram-se mais do que era necessário. E quando a oferta é demais o que se faz? abusa-se e deita-se fora, porque há sempre outro pronto para substituição. Pode ser estúpido e inaceitável alguém concordar em trabalhar 10 anos a recibos, pois bem, vejamos também que é com o dinheiro dos recibos que esse alguém paga as suas contas, carro, casa e muitas vezes sustentam uma familia. Ao longo do tópico não me recordo de alguém a se pronunciar quanto ao facto de ser conivente com a situação de trabalhar sem ser remunerado!! Penso que estamos todos aqui equilibrados. Até porque a maioria das pessoas que se manifestou aqui, já tinha mostrado o seu desgrado face a essa situação noutros posts de caracter similar ao deste. Todo o ser humano tem direito á educação, claro que tem. Mas igualmente ao minimo de condições de vida, proporcionado pelos salários e consequente segurança que este pode ajudar a usufruir. Nunca ouviu tanto choradeiro? Pois não...não eramos tantos, agora somos demais! Se o seu pai está no ramo e você ainda consegue usufruir desses conhecimentos, é normal que não ouça tanta lamuria, não precisa labutar como os outros, que não têm ninguém que lhes proporcione subir de forma mais rápida. Cada um batalha com as armas que lhe são proporcionadas. Agora se existe uma autentica máfia entre Ordem e gabinetes, cada um está no direito de lutar pelo que é de dever seu.

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vamos lá a ver, eu não tenho uma vida em que o meu pai me oferece as coisas! Por acaso eu seria muito estupido se não aproveitasse o facto do meu pai estar no ramo, mas o que ganho em termos de modelações e fazer desenhos, ganhei porque inspiro confiança no meu pai, e nos amigos do meu pai!
O meu pai não me ajuda, porque eu não aceito, tenho 21 anos, e tenho que conseguir ser auto suficiente! Também é obvio que sendo proveniente de uma família da construção, era um pouco mais difícil poder ser outra coisa, visto toda a minha infância e paixão estar dentro da construção!
Não gosto de lamentos, na tropa aprendi muito mesmo.. e convivi com pessoas q de muito longe estao distantes do tipo de educação que tive!
Eu tenho um sitio onde durmo e trabalho e faço o meu comer, a bem pouco tempo comprei um carro, uma asneira, tanto q derivado ao empréstimo passei fome, e tive q abdicar dos estudos por um pouco (este ano não há estudos p mim) lol
Faço modelações em 3d, e desenho também em 2d.. trabalho nas obras também, e mesmo assim…lol
Não me lamento de nada.. e é obvio que eu tenho q fazer muito mais q isto para subir de nível, e não é agora q vou constituir família, ora se mal ganho para mim!!!
Eu acho que o problema está na educação, na maneira de encarar a vida!
Eu encaro a minha sem lamentos, e acho mal que pessoas com uma profissão q eu tanto admiro se lamentem assim!

Cumprimentos!

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Não foi a isso que me referia, mas cada um que entenda como quiser!
Não me parece que se entre para medicina com média de zero ou que abram 500 vagas todos os anos só em uma única escola... e não é por isso que se impede as pessoas de estudar medicina!


Sim, de facto Medicina controla bem as vagas, tanto aliás que os aspirantes têm que ir estudar para Espanha, e cá depois por falta de médicos tem que se contratar estrangeiros.

Não é uma questão de vagas por si só. É uma questão de vocação e do facilitismo extremo que se porporciona a alunos a todos os níveis.

você deve ser daqueles q proíbe os doces, pq pode-se apanhar diabetes!
Vou acreditar na sua preocupação!
Eu acho sim é q as pessoas têm de saber o q é q cá andam a fazer!
Eu não tenho “pena” nenhuma dos arquitectos e companhia limitada, até desclassifico mais os mesmos, pq eles sabiam antes de se formar como é q está o mercado (ou deviam saber, por interesse deles próprios), e depois mais me parece q se formam para acompanhar a tendência contemporânea da vitimação! “… Coitadinho de mim, é tudo muito injusto…” Por Amor de Deus!
Emigrem, vão p serventes, suicidem-se, já vi tb uma boa tendência p mulher-a-dias, trabalhem até aos 80 anos a recibos verdes!
E na minha humilde opinião, os ateliers que apenas são ateliers, são uma autentica sopinha de fome!
E os grandes pançudos donos dos ateliers deve de ter tanto ou quase tanto dinheiro como o empregado a recibos verdes!
Eu acho q o arquitecto quase sempre ganhou mal para o que faz!


Resumindo..
quem não tem canudo que se desenrasque, ora o arquitecto tem a obrigação de conseguir se desenrascar melhor ainda!


E…Eu acho que devia de abrir vagas descontroladas para todas as áreas!


Olho tentei mas acabei por não perceber a maior parte do que escreveu... era mais fácil para todos penso se colocasse mais cuidados nos seus posts.

Fiquei até curioso para saber o que faz afinal na vida. Espero que não leve a mal se lho perguntar.

Além disso do pouco que percebi: A escolha de um curso e uma carreira não depende de um mercado... ou pelo menos não devia depender. Eu pelo menos estou em Arquitectura porque é uma paixão, seria como pedir a um apaixonado para casar com uma rica em vez da mulher que ele ama só porque assim ganha mais uns "trocos" ao final do mês.

[Edit]

Só agora reparei que não estava a responder à última página. Desculpem ter voltado atrás.

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... o meu pai é doutorado em Engenharia civil, e desde muito cedo faço desenhos para o meu pai e convivo na casa da construção, conheço milhões de amigos do meu pai, arq. e eng., alguns igualmente donos de ateliers como o meu pai, e nunca vi lamentos assim!

Ahh, tudo explicado... agora sim compreendo lol tinha que haver um motivo!
Nessas condições conheço mais uns quantos e para te falar verdade nenhum deles sabe o que realmente custa ganhar a vida... são demasiados facilitismos.

Arkiteto

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Olho, eu não te conheço - e nem faço questão- mas vou-te dar um conselho porque sou mais velho que tu;

Mais vale caír em graça que ser engraçado.

Se queres seguir arquitectura, a regra nº 1 começa assim!!!

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LOL nem mais, por acaso loguei-me no intuito de dizer o mesmo! Então é assim, Forward Forward, voltemos ao cerne da questão, 2 anos de estágio e de preferência, com mãozinhas atadas atrás da mesa para não assinar...!

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Eu penso que tudo isto está ligado à portaria 1379/2009 que anda também em debate pelas comunidades afectadas. Se ao estagiário for permitido assinar, então pode-se assinar, senão não pode... parece-me simples. Considero até permaturo poder assinar mal se acabe o curso, eu sou finalista e não tenho a menor consciência da burocracia envolvida. Diria mesmo que para além da concepção de projecto sou um zero. A portaria acima referida está longe de ser funcional e muito menos inequívoca, pelo que me parece que não vai ficar por aqui (a OE já está a reclamar por exemplo). O que me parece que seria um bom compromiso era a implementação de dois anos de estágio sim, mas sem se poder assinar só no primeiro e relegar para o fim do estágio, ou seja, a partir do terceiro ano a direcção de obra (e apenas para construções simples de início claro).

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a verdade é que, se for um bom e verdadeiro estágio, o estagiário acaba por fazer tudo o que um arquitecto faz e inclusive assina os projectos que faz em CO-AUTORIA com o arquitecto orientador que é quem tem o termo de responsabilidade.

eu actualmente faço tudo (projecto de arquitectura, visitas de obra e direcção, burocracias e legislação) e assino em CO-AUTORIA. ou seja, os projectos que fiz e estou a fazer são meus e do meu orientador ... e isso sim é um estágio como deve ser. portanto, na verdade, como as coisas estão feitas, até estão bem. se esse período aumentar para dois anos, então que seja..

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A Margarida já transcreveu o que iria postar. Claro que se sai verde até demais das Universidades, mas também são opções. Ou a pessoa ao ter consciencia desse facto, tenta arranjar um part-time para se inteirar das coisas ao longo do curso, ou quando finaliza sai tão verde, tão verde, tão verde que não consegue filtrar a diferença de uma oportunidade de trabalho num atelier e ser colocado como mais um que faz o trabalhinho chato dos outros, e uma busca de um verdadeiro local que possibilita o crescimento como profissional. De falsas promessas andam os ateliers "abarrotar"... O que não falta é conhecidos meus, que foram destacados para estágios para santas terrinhas, outros para o Norte e outros para o Sul através de organismos que trabalham com Arquitectura e ao fim de 1 ano de estágio já estavam aptos a trabalhar sósinhos. É obvio se o orientador tiver interesse que cresças e desenvolvas os laços de um modo independente te dará inúmeras oportunidades, para caires e saberes te levantar...Se pelo contrário apenas existe o seu mundo no céu e o seu umbigo na terra, será ouvido vezes sem fim, acompanhado de uma palmadinha nas costas, "é um estágio as coisas são para ser levadas nas calmas...chegará o teu tempo, até lá não te preocupes com isso". Quando se acorda, olha Time-out. A frase "Life is not a pic-nic" fará todo o sentido, para o resto dos dias.

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a verdade é que, se for um bom e verdadeiro estágio, o estagiário acaba por fazer tudo o que um arquitecto faz e inclusive assina os projectos que faz em CO-AUTORIA com o arquitecto orientador que é quem tem o termo de responsabilidade.

eu actualmente faço tudo (projecto de arquitectura, visitas de obra e direcção, burocracias e legislação) e assino em CO-AUTORIA. ou seja, os projectos que fiz e estou a fazer são meus e do meu orientador ... e isso sim é um estágio como deve ser. portanto, na verdade, como as coisas estão feitas, até estão bem. se esse período aumentar para dois anos, então que seja..


Mas pelo que leio aqui de vários utilizadores, essa situação não é transversal, pelo que, penso, deveria ser regulamentada.

Assim como remunerações mínimas.

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concordo a 100% com a kaz.
the_architect a situação não é transversal porque as pessoas ACEITAM e sujeitam-se tudo o que lhes oferecem... não sabem procurar verdadeiramente as boas oportunidades. a maioria acha que é um facto adquirido sair-se da faculdade e trabalhar-se a recibos verdes...ERRADO! a maioria acha normal trabalhar até à 1h e 2h da manhã num atelier a troco de nada..ERRADO! o pior... é que ao aceitarem isso só alimentam mais essas situações de precariedade.

tudo começa no estagio e na oportunidade criada. é óbvio que os bons estágios não nascem por aí como cogumelos, mas uma pessoa tem de saber querer e exigir mais da vida ora bolas! isso sim é que me revolta... lol

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concordo a 100% com a kaz.
the_architect a situação não é transversal porque as pessoas ACEITAM e sujeitam-se tudo o que lhes oferecem... não sabem procurar verdadeiramente as boas oportunidades. a maioria acha que é um facto adquirido sair-se da faculdade e trabalhar-se a recibos verdes...ERRADO! a maioria acha normal trabalhar até à 1h e 2h da manhã num atelier a troco de nada..ERRADO! o pior... é que ao aceitarem isso só alimentam mais essas situações de precariedade.

tudo começa no estagio e na oportunidade criada. é óbvio que os bons estágios não nascem por aí como cogumelos, mas uma pessoa tem de saber querer e exigir mais da vida ora bolas! isso sim é que me revolta... lol


Mas o facto é que vao exister sempre aqueles que se sujeitam a tudo e mais alguma coisa para arranjar um estagio, a unica maneira de "impedir" isso é ser regulamentado pelo ordem.
Eu não me importava nada que estagiar 2 anos se o estagio fosse remunerado e para isso basta que a ordem tome uma posição...

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...Eu não me importava nada que estagiar 2 anos se o estagio fosse remunerado e para isso basta que a ordem tome uma posição...


Mas quem é o sado-maso que é conivente com o facto de trabalhar de borla?
Ok, infelizmente há muitos...mas não deveriam existir. Agora 2 anos???
É preciso ser amantes de Bondage ou coisa assim.

Mas se existem, fazem por uma questão bastante errada, com base em cantigas que ouvem nas várias entrevistas "olha que remunerado não achas em lado nenhum, põe-te a pau que se não te despachas a estagiar, nunca mais tens carteira profissional."
Se são rigorosos, a comprar roupa, calçado, arranjar namorado ou namorada, a comprar comer e carro, porque carga de água, não deverão ser rigorosos no que toca a emprego, depois de matar a cabeça 5 anos ou mais dependendo do tempo que se demorou a fazer o curso.
É o emprego que vai dar qualidade de vida, independencia etc etc e as pessoas são selectivas para isso menos para o mais importante...Não se percebe!!

Não estou a dizer que o JoelM faz parte do grupo, dos que encaram todas as manhãs os patrões, com um forte desejo de lhes explodir a cabeça, porque não recebem um tuste...nada disso.
Agora se o estágio de 2 anos é feito em condições, de maneira a que no final do 1º ano o estagiário se torne apto para ser auto-suficiente e comece a participar e intervir das actividades do local onde se emprega então que venha ele.
Agora se vem para ficar, como mais um esquema de manter esta onda de escravatura que se vive na Arquitectura, então que façam como dizia o outro "vão-se encher de moscas!"

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Entretanto tive que sair. ponto 1. se pessoas com a 4ª classe têm direito a um rendimento mínimo garantido, um licenciado/mestre não tem nenhuma garantia? ponto 2. se bons estágios não se encontram nas árvores então alguns há que por muito que escolham vão ter sempre de se resignar ao que lhe oferecem os restantes mesmo que sejam condições deploráveis. Mas também concordo que é uma questão de reinvindicação de direitos laborais, mas com regulamentação da ordem sempre existia um enquadramento legal onde basear essas reinvindicações. Mesmo com um salário mínimo, uma boa procura poderia render mais umas centenas de Euros por mês. Eu não estou minimamente a pensar resignar-me a fracas propostas de trabalho, mas tenho a certeza que quando chegar a gabinetes e dizer que por menos de x não trabalho e que exigo participação nas actividades y e z muitos me vão porventura achar arrogante quando se trata apenas de justiça em relação ao meu investimento e às minhas capacidades adquiridas. E eu quero um estágio onde possa aprender e melhorar nos meus aspectos menos positivos. Tudo isto devia encontrar uma base de justificação nos estatutos da Ordem, é para isso que ela serve.

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... mas tenho a certeza que quando chegar a gabinetes e dizer que por menos de x não trabalho e que exigo participação nas actividades y e z muitos me vão porventura achar arrogante quando se trata apenas de justiça em relação ao meu investimento e às minhas capacidades adquiridas.


Se calhar essa dose de "arrogancia" devia se fazer acompanhar de todos aqueles que buscam trabalho.
Pessoalmente não vejo isso como tal, mas sim uma pretensão sincera, baseada pelos objectivos de vida de cada um.
Pelo menos falo por mim, sempre fui o mais sincera possivel nas entrevistas, já saí de muitas a meio, por achar as condições anedóticas, já enviei pessoas á m**** quando num mail, me enviam como resposta que não remuneravam e subsidio de almoço muito menos, se quisesse comer que trouxesse de casa!!!! :):O:o
Tenho experiência de atelier por isso, vão mandar areia a outra(o). Já tenho calo a mais, para andar atrás de gabinetes que tocam a melodia que os meus ouvidos querem ouvir.

Preocupa-te mais na "besta" que te podes tornar, quando num dia NÃO, te revoltares contra o teu chefe, seja porque até á data não exerces nada do que foi prometido, quer pelas consecutivas falhas de ordenado.

Já agora estágios em organismos publicos auferes 2 salários minimos, mais subsidio de almoço durante 12meses. Se o caminho for pelo privado, existem várias empresas de eng e arquitectura que te acolhem com contracto.

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"Já agora estágios em organismos publicos auferes 2 salários minimos, mais subsidio de almoço durante 12meses. Se o caminho for pelo privado, existem várias empresas de eng e arquitectura que te acolhem com contracto." Podia explicar um pouco melhor esta parte?!

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Já foram feitas várias comparações com medicina, na dificuldade de entrada na faculdade...e depois referiram o facto de sair verde da faculdade. Ora, ai na medicina temos um exemplo perfeito, a minha irma é médica, e como a totalidade dos colegas, á saida da faculdade não estam preparados para fazer uma intervenção cirurgica, nem uma série de procedimentos tidos como banais... O processo de aprendizagem, continua, para a especialidade, no entanto são médicos e recebem um valor base. Mas lá está, não têm de andar a negociar valores, pois estão estipulados... Já tive varias discussões saudaveis com muitos colegas sobre, estagiar em grandes ateliers e provavelmente trabalhar que nem um cão, ou trabalhar num atelier mais pequeno e receber, e ter um horario decente. As respostas nunca são uniformes... No entanto quando a margarida diz que é preciso exigir minimos concordo, por mais vontade e admiração que tivesse por um arquitecto, trabalhar das 9:00 as 23:00 ou mais, não é vida, é escravidão... Como em portugal é um país onde proliferam os chicos espertos, tb defendo que deviam ser estabelecidos valores minimos...

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mas nao está escrito algures q a pessoa licenciada tem por direito receber 2x o ordenado minimo?

o estagiario já é licenciado certo?

Cmpts


Exactamente, encontra-se escrito no Diário da Republica e é aplicavel tanto a estágios pelo IEFP, como por organismos que têm ligação com o Estado, ou mesmo sendo privados detêm alguma ligação com o mesmo.
Mais uma vez lá está, encontra-se estipulado... Em certos gabinetes interessa-lhes passar ao lado.

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