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  2. Olá, estou a fazer um concurso de arquitectura e não encontro em lado nenhum informações sobre como fazer uma estimativa de custo, seja exemplos ou tabelas. Estas portarias que estão neste tópico também não ajudam muito. Alguém sabe se existe algum livro ou site com exemplos ou um template de como fazer uma estimativa de custo de obra para concurso? Obrigado, Tiago
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  5. Legalize aquela porra para a satisfação pessoal da CM local... e começe a pagar IMI sobre o mesmo se aplicável a armazém/indústria.
  6. Caro Oswaldo e restante pessoal... As entidades podem levantar os problemas que quiserem e muitas vezes tomam como regra procedimentos que a lei não exige. Pelo que sei, as operações de Destaque quando não precisam de licenciamento (algumas precisam), nada têm a ver com construções ilegais que possam existir nos terrenos. São situações autónomas. Pelo que esse facto, não deve ser entrave ao procedimento de Destaque.
  7. 1. Os Destaques estão muito demorados (mais de 1 ano), e os custos devem ser cerca de 300 eur (para Destaque apenas). 2. Se fazes ampliação, a vetustez deve ser atualizada.
  8. Boa noite Gostava, se fosse possível, que me elucidassem em relação à seguinte situação: Tenho em minha posse uma certidão de destaque que necessita de correção. Quando solicitei a mesma à autarquia, responde-me que o pedido tinha fundamento, no entanto, não faria a correção porque eu tenho na outra parcela de terreno (a não destacada) um pavilhão metálico sem licenciamento. A minha questão, perante esta situação, é a seguinte: A autarquia tem base legal para ter esta atitude? Obrigado desde já. OP
  9. Boa noite Gostava, se fosse possível que me elucidassem em relação à seguinte situação: Tenho uma certidão de destaque em minha posse que necessita de ser corrigida. Quando solicitei a correção da mesma, a autarquia respondeu-me que o pedido de correção da mesma tinha fundamento, no entanto não faria a correção porque na parcela restante, "não a que foi destacada" existe um pavilhão metálico que não está licenciado. A minha questão é seguinte: A autarquia tem algum fundamento legal para ter esta postura perante a minha solicitação" Agradeço desde já. Obrigado
  10. http://www.archipicture.ch/2 Bilder/Portugal/Souto de Moura Eduardo/Souto de Moura - Conversion Municipal Market Braga 3sm.jpg For some more images: www.archipicture.ch
  11. Esquecam as áreas para avaliações fiscais...(VPT) nomeadamente utilizadas para efeitos de garantias hipotecárias, vistorias, auto construção e determinação do VPT, servem apenas, strictu sensu para estes efeitos, surgiu um normativo a uns anos, já aqui publicado num post meu, que tinha a impossível tarefa de normalizar estes conceitos para projeto a nível nacional, mas como a tarefa é sempre usurpada pelos planos de domínio municipal, caímos na estupidez de dar importância ao normativo, dado que o que impera é o que está no regulamento municipal respetivo... Decreto Regulamentar nº 9/2009 de 29 de Maio > para ler e infelizmente ignorar.
  12. Caros colegas, A discussão apresentada neste forum sobre o conceito de área bruta é inteiramente justificada. Com o objetivo de facilitar a atuação dos intervenientes no setor do projeto e da construção foram recentemente publicados dois trabalhos que poderão ser do vosso interesse: - Medição da área bruta nos edifícios: Análise e operacionalização das regras estabelecidas na normativa portuguesa da construção https://www.researchgate.net/publication/310651774 https://www.researchgate.net/publication/310651310 - Medição de áreas nos edifícios: Regras complementares ao definido na normativa portuguesa da construção https://www.researchgate.net/publication/310651682 https://www.researchgate.net/publication/310651726 As vossas observações e sugestões sobre o exposto nestes trabalhos é muito importante e pode ser enviada para o endereço eletrónico areas@lnec.pt. Cumprimentos,
  13. Existem duas formas, o reparcelamento e o destaque... o que paga em encargos com o terreno varia em torno de 5.8% a 7.5% do preço de aquisição do terreno, dependendo de ser rústico ou urbano... simule aqui: http://apemip.info/info/imt.cfm Leia o DL 60/2007, para melhor se informar acerca do que é o reparcelamento e o destaque com as respetivas cambiantes e condições. Não sei onde é o terreno, mas o preço médio para um terreno (falando de um mercado médio) é de 40.000.00 Euros se rústico urbanizável, com tamanhos entre 400m² e 1500m², fazendo as contas, 40.000.00 Euros x 0.058 = 2320.00 Euros, estes encargos somam IMT + Registos + I.S. P.S. No espírito da lei, o destaque sempre pressupôs construção numa das parcelas, apesar disso já fiz em Torres Vedras um destaque sem construção imediatamente seguinte ao mesmo. Cumprimentos
  14. Obrigada, Bruno_Rosa pela resposta. O processo já está em andamento e segundo a Câmara Municipal o prédio está em área urbana conforme PDM. Quanto a estar em RAN ou REN, penso que não, mas a Câmara também não falou disso. Espero que não se venham colocar problemas à posteriori. Já consegui obter mais informações sobre o processo e parece-me, do pouco conhecimento que tenho, que está a andar tudo normalmente. Agora não posso voltar atrás, mas quando me disseram que esta era a única forma de criar dois números de matriz distintos para os dois proprietários, fiquei com muitas dúvidas se não haveria uma forma mais simples e mais económica. O melhor conselho que se pode dar a quem lida com estas questões é tentar saber informações a partir de diversas fontes e questionar muito quando se tem dúvidas. Obrigada, Ana
  15. O destaque de prédios rústicos é uma operação complexa. De forma sucinta sem o conhecimento de causa, só será possível dentro destas situações ideais: - O prédio estar em área urbana conforme PDM - O prédio não estar em RAN ou REN - Estando inserido em RAN ou REN, possuir pelo menos uma unidade de cultura - Estando em RAN ou REN só apos parecer da Direcção Geral de Agricultura e Pescas e mediante alguns pressupostos e condicionalismos O pedido tem de passar pela Câmara Municipal e a ajuda de um arquitecto é fundamental. Cumprimentos,
  16. Olá a todos. Agradeço toda a ajuda possível na seguinte questão: Possuo 2 terços de um prédio rústico (terra de lavoura), sendo que o outro terço é de outro proprietário, estando a totalidade do terreno inscrito sob um único número matricial. Por forma a resolver a situação e cada um dos proprietários poder vender a sua parte, foi-me aconselhado fazermos um destaque para cada um ficar com um nº de matriz. Nesse sentido, já foi feito o levantamento topográfico do terreno e já foi iniciado o processo com um solicitador. O problema é que a câmara informou-me erradamente dos preços, a informação é duvidosa (tanto da câmara como das Finanças) e o próprio solicitador tem dúvidas. Ainda por cima, o outro proprietário é uma pessoa algo problemática e tudo tem que ser gerido com muita calma para não gerar confusão. Disseram-me que só se poderia fazer o destaque se o terreno fosse para construir e o solicitador confirmou que se poderia construir depois. A minha dúvida é: o prédio é rústico e depois do destaque passará a urbano? Será só a minha parcela (que é maior) que depois poderá ser urbanizável ou também a do outro proprietário? Até agora gastei cerca de 750 euros e o solicitador agora enviou-me o orçamento final (espero eu porque nestas coisas há sempre surpresas) de mais 2000 eur, e ainda falta o preço da escritura. Vou colocar os preços abaixo e gostaria que me dessem uma ideia se é mais ou menos o que se pratica: - certidão predial 15€ (será o mesmo que caderneta predial que posso obter online no site das finanças?) - emolumentos para cartório 351€ - emolumentos para registo 462€ - IMT 841€ e imposto selo 103€ = 944 € (este processo é considerado uma transmissão onerosa de imóveis para pagar IMT??? não há mudança de proprietário...) - pedido de destaque nas Finanças 100€ - processo de divisão de coisa comum 100€ - IVA 46€ TOTAL: 2018 € Alguém me pode dar uma ideia destes valores? Se me tivessem dado estes montantes à partida não teria avançado mas a Câmara inicialmente falou num valor muito pequeno. Tendo em conta que este processo beneficia ambos os proprietários, estes valores devem ser pagos por igual entre os dois, ou divididos tendo em conta que eu tenho 2/3 e o outro proprietário tem 1/3 do terreno? Também, disseram-me que o valor do IMI ia ser atualizado e ia subir muito. Faz sentido se o terreno, mesmo que depois seja considerado urbano, não tenha construção nenhuma? Há alguma forma de evitar isto? Muito obrigada. Agradeço toda a ajuda pois tem sido um quebra-cabeças.
  17. Boa tarde, Tenho uma casa antiga e estava a pensar em recupera-la. A casa tem paredes de pedra com cerca de 50 cm de espessura não tem placa e precisa de um telhado novo. Alguém me sabe dizer é preciso para colocar placa e um telhado (projetos e papelada a tratar, etc) Se tiver que colocar um projeto à camara vou ter que alterar alguma coisa a nível dos interiores já existentes? Obrigado NS
  18. Eu quando perguntei, será que isto ainda está em vigor, não sabia que alguns dias depois: Portaria nº 219/2016 Isto iria ser revogado, fica a nota.
  19. Boa tarde, Se as mesmas não são visíveis, representa-as como tal... caso entendas que são elementos de grande importância representa-os a tracejado. (consciente da tardia resposta, mas apenas agora vi a questão...)
  20. Exato, três zonas e o valor mantêm-se inalterado ao que parece à sete anos, nos 482,40€ médio e 603,00€ de valor base, conforme o definido na Portaria n.o 419/2015 de 31 de dezembro acima referida, mas quanto mais pesquiso mais confuso fico... pois ao que parece a CM local definiu o seu próprio valor, e apesar de me dizer qual é "não sabe" qual o diploma-portaria-diário-edital onde foi afixado. Instituições Publicas... o contacto foi telefónico, vou la pessoalmente e caso não venha esclarecido vou-lhes escrever um poema. obrigado X
  21. Geralmente três zonas, mas penso que o valor/m² nos últimos anos permanece inalterado, ainda não comparei com os anos anteriores, mas recordo-me de ter lido qualquer coisa acerca de não ter alterado. Contudo isto é apenas para apresentar à CM local, para determinar o classe da obra, a que o empreiteiro estará habilitado para efetuar, não deve ser base para qualquer orçamento a apresentar ao cliente. E sim, é pela área útil que está no normativo e nós multiplicamos pela área bruta, não sei bem porquê, "o cego guiando o cego."
  22. Olá bom dia, para efeitos de contabilização dos custos inerentes à apresentação de um projecto de arquitectura, tenho vindo a pesquisar o Valor referente ao preço da construção/metro quadrado para o corrente ano. Contudo a informação que recolhi (Diário da República, 1.a série—N.o 255—31 de dezembro de 2015 ) interpreto-a como sendo para efeitos de IMI, ou é este o valor a ter em consideração? A minha duvida surge, dado me recordar que esse valor é/era definido para várias zonas do país e não único. Agradeço desde já qualquer dica
  23. no seguimento do "mínimo de cultura", hoje aprendi algo! Obrigado X pelo esclarecimento, fica aqui um bom registo. Apenas acrescento o numero da: Portaria 202/70
  24. Unidade mínima de cultura, é a medida padrão, que atesta que um indivíduo, tem um mínimo de capacidades para intervir, trabalhar e viver em sociedade, paulatinamente introduzida na região oeste de Portugal em meados da década de 80, por um conhecido Psiquiatra de Torres Vedras, o epíteto tem origem explícita nas três palavras que o compõe, "unidade mínima de cultura", Torres Vedras foi escolhida para cidade piloto, dada a propensão que os locais tinha para se mascarar de concubinas, beber álcool e celebrar o carnaval ostensivamente desde a tenra idade, costume este, visto pelo vizinhos da Capital, como um misto de idiotice aos quais os saloios se dedicavam... hoje mais do que nunca, ser da geração da unidade mínima de cultura, é ser designado de idiota, daí a necessidade de muitos Torrienses fugirem para a Capital, numa de: "Sou filho de saloios, mas pugno para matar a hereditariedade!" Eu que sou da geração de 80, só muito tardiamente fugi para a Capital... anos a fazer figura de idiota... Mas existem outras definições afins, cito esta, no *.jpg: Será que isto ainda está em vigor?
  25. O que é isto de unidade mínima de cultura?
  26. EDIT: Eu abuso da ironia, de forma invariável, nos meus posts, principalmente quando o tópico é Torres Vedras. Estas estatísticas marginalizam Torres Vedras e não espelham a realidade deste concelho, excedentário em pessoas excecionais, vejamos as principais características de um Torrieense: 1. Ter um filho... porque não ter filhos, constitui crime e sinal de imbecilidade, ora vejamos... ter um filho é algo de inédito, inaudito deste os primórdios da humanidade (não sei como é que nasci), além de ser meio caminho andado para andar com a corda na garganta, ter uma hipoteca voluntária da casa, carro a crédito, despesas na escola, que por vezes redundam em nada na vida prática... ter um filho, é portanto um sinal de status, de que status, não sei... portanto se a pessoa estiver casada aos 18 anos e com um balão na barriga, é sinal que é um indivíduo excecional, note-se, não no sentido da palavra exceção, sim no sentido de ser uma excecional banalidade. É como é banal, merece um prémio. 2. Ter filhos garante, não só a a almejada ajuda quando somos velhos, como a hipótese tantas vezes corroborada, por frases como "Eu tenho filhos!", as pessoas proferem estas palavras quando estão à rasca, não compreendem porque é que tiveram filhos, ou sentem a necessidade de passar por cima de alguém por terem filhos para sustentar. Pelos visto ter filhos, acaba para eles, por ser um ónus e numa uma bênção. 3. "Eu vou comprar uma casa..." isto causa algum impacto nas pessoas, as pessoas pensam "Ele já tem uma casa"... na maioria das vezes não passa de uma hipoteca voluntária, em que o banco está a financiar cerca de 85% da casa a prestações e o cliente entrou com cerca de 15%, portanto, parece que legalmente e de forma hipócrita o proprietário é o cliente do Banco, mas de facto, a quase totalidade da casa foi paga pelo Banco, é discutível dizer quem é o proprietário da casa, para mim é o Banco. Portanto para um Torriense é um orgulho estar a pagar centenas de prestações ao Banco! Não há dinheiro, vivamos das aparências então, já agora, com a bandeira de Portugal no cimo e nunca a meia haste, para festejar os juros do crédito. 4. Sorrir muito, nada de ser discreto, ser simpático é meio caminho andado para esconder as nossas imbecilidades... meter-se na vida dos outros, saber o que os outros andam a fazer, onde é que trabalham, quanto ganham, de onde vem o dinheiro, quem é o patrão... quando mais identificável uma pessoa é... mais um alvo se torna, é a melhor forma de promover um boato sobre uma pessoa é saber onde é que trabalha... ainda bem que existe sigílio bancário (bah)! 5. Gostar de informática... abrir uma loja de informática... tretas trendy, que fazem as pessoas estúpidas... vender CD/DVD Roms que se estragam depois do prazo de garantia terminar (quase imediatamente), firewalls que na prática nada fazem quando o defeito é do sistema operativo (s), usar o google chrome, com flash e java enabled, em suma, uma devassa do que fazemos, eu gosto de informática, acho a atividade de bisbilhotar o pc de outro inconsequente, tanto que até tenho um PC, que nem sequer ligo a internet, só levou updates por ficheiros off line, está virgem e portanto invencível. Engenharia informática, ou como o marketing ensina, vendar tretas aos outros, de forma exploratória. Há que ter respeito por estes tipos de informática, nós não somos enganados e eles não lucram nada com isso. Sempre montei os meus PC sozinhos, nem que tivesse amputado, entregava um PC a um destes tipos. Ainda dizem que os Arquitetos fazem uns desenhos e os Engenheiros fazem uns cálculos, pois fazem, de facto o que fazemos não é mero marketing, ainda por cima é mal pago, as pessoas gostam de pagar por imbecilidades. 6. Temos todos que ter uma namorada e estar casados, um homem casado (common sense em Torres Vedras) leva mais vezes com os palitos, muito mais do que aquelas dores de cabeça que nós realmente temos, (elas até nos riem na cara e dizem, estou apaixonada!) mas em conversas ocasionais, percebemos que quando um Pai diz que o Filho está muito bem casado e nem percebe que há fotos no facebook dela com outro, é caso para dizer, aparências, iludem e são estúpidas. As aparências sempre foram uma filosofia de idiotas para idiotas, com medo de dizerem o que pensam, por dois motivos óbvios, físico pequeno e falta de dedos de testa. Há pessoas que necessitam mesmo de rezar... expiar os pecados... conciliar-se com deus e blá, blá, blá, blá, blá e blá. 7. No que toca a caráter ninguém em Torres Vedras está poluto, ou irá ter a estupidez de tirar uma foto com um qualquer primeiro ministro, de forma vaidosa, ostentosa e exploratória (eles usam-se uns aos outros), idem... ninguém quer favores do presidente da CM de Torres Vedras, seja para ganhar concursos de admissão, concursos de prémios vários, favores, promoções... somos todos iguais e ganham os melhores, as pessoas mais criativas, dotadas, que vieram do nada, de baixo, sem interesses, subiram a pulso, bom currículo escolar e profissional, sem favores, sem o chamado colinho, estes sim, são o grosso da sociedade Torrienese. Desta vez não foi o calor do momento, foi o abuso da ironia. P.S. Na sexta feira, ponto de encontro naquele conhecido Bar de Torres Vedras, vamos todos brindar, socializar, trocar banalidades, uns exibirão os biceps torneados em ginásios (armadura de kevlar por baixo de camisa), outras umas mamas push up (total fake)... tudo isto concorre para o objetivo frugal que é o de apalpar umas .)(. Isto é meio caminho andado para granjear o ódio de um qualquer corta fitas! E se há uma coisa que detesto, é corta fitas!
  27. Vá-se lá saber no que acreditar... "A FEPICOP – Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas acaba de analisar os mais recentes dados referentes à evolução do setor da construção, juntando a sua leitura aos números compilados pelo INE. " in: http://www.oje.pt/construcao-producao-cai-emprego-aumenta/?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter
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