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  3. Boas, Alguém tem forma de calcular, de forma expedita, os encargos urbanísticos? Neste caso é para a C.M.Porto, mas creio que há outras câmaras a solicitar o mesmo. Abraço,
  4. Fiz um find pela palavra "inclinação", só encontro isto: "Nas coberturas das edificações correntes, com inclinação não inferior a 20º nem superior a 45º, apoiadas sobre estruturas de madeira, poderão empregar-se, sem outra justificação, as secções mínimas seguintes ou suas equivalentes em resistência e rigidez, desde que não se excedam as distâncias máximas indicadas (...)"
  5. Boa tarde qual a inclinação mínima que uma cobertura inclinada em telhado necessita, segundo o RGEU? Cpts., Sara Monteiro
  6. Boa tarde a todos, Alguém me poderia elucidar sobre o que estou a fazer de errado no sentido de imprimir a partir do Layout? Estou a usar Autocad LT 2017 em Mac. Tenho tudo desenhado à Escala 1:1 em Model (ex: 90 centímetros=0.90). Quando passo para o paperspace - Edit Page Setup: -Defino a plotter: HP DesignJet 500 -Defino Paper Size: A1 (é um rolo) -Defino Scale: 1000:1 DÚVIDA: -Desenho uma Folha A3 com medidas reais : 420x297 mm. Não resulta, demasiado grande. Desenho a folha A3 com 0.420x0.297 e já resulta. Mas, era suposto a Folha A3 ser desenhada em Milímetros também? Estou confuso, embora pareça resultar assim. Agradeço de antemão o esclarecimento! Saudações a todos
  7. Olá, estou a fazer um concurso de arquitectura e não encontro em lado nenhum informações sobre como fazer uma estimativa de custo, seja exemplos ou tabelas. Estas portarias que estão neste tópico também não ajudam muito. Alguém sabe se existe algum livro ou site com exemplos ou um template de como fazer uma estimativa de custo de obra para concurso? Obrigado, Tiago
  8. Legalize aquela porra para a satisfação pessoal da CM local... e começe a pagar IMI sobre o mesmo se aplicável a armazém/indústria.
  9. Caro Oswaldo e restante pessoal... As entidades podem levantar os problemas que quiserem e muitas vezes tomam como regra procedimentos que a lei não exige. Pelo que sei, as operações de Destaque quando não precisam de licenciamento (algumas precisam), nada têm a ver com construções ilegais que possam existir nos terrenos. São situações autónomas. Pelo que esse facto, não deve ser entrave ao procedimento de Destaque.
  10. 1. Os Destaques estão muito demorados (mais de 1 ano), e os custos devem ser cerca de 300 eur (para Destaque apenas). 2. Se fazes ampliação, a vetustez deve ser atualizada.
  11. Boa noite Gostava, se fosse possível, que me elucidassem em relação à seguinte situação: Tenho em minha posse uma certidão de destaque que necessita de correção. Quando solicitei a mesma à autarquia, responde-me que o pedido tinha fundamento, no entanto, não faria a correção porque eu tenho na outra parcela de terreno (a não destacada) um pavilhão metálico sem licenciamento. A minha questão, perante esta situação, é a seguinte: A autarquia tem base legal para ter esta atitude? Obrigado desde já. OP
  12. Boa noite Gostava, se fosse possível que me elucidassem em relação à seguinte situação: Tenho uma certidão de destaque em minha posse que necessita de ser corrigida. Quando solicitei a correção da mesma, a autarquia respondeu-me que o pedido de correção da mesma tinha fundamento, no entanto não faria a correção porque na parcela restante, "não a que foi destacada" existe um pavilhão metálico que não está licenciado. A minha questão é seguinte: A autarquia tem algum fundamento legal para ter esta postura perante a minha solicitação" Agradeço desde já. Obrigado
  13. http://www.archipicture.ch/2 Bilder/Portugal/Souto de Moura Eduardo/Souto de Moura - Conversion Municipal Market Braga 3sm.jpg For some more images: www.archipicture.ch
  14. Esquecam as áreas para avaliações fiscais...(VPT) nomeadamente utilizadas para efeitos de garantias hipotecárias, vistorias, auto construção e determinação do VPT, servem apenas, strictu sensu para estes efeitos, surgiu um normativo a uns anos, já aqui publicado num post meu, que tinha a impossível tarefa de normalizar estes conceitos para projeto a nível nacional, mas como a tarefa é sempre usurpada pelos planos de domínio municipal, caímos na estupidez de dar importância ao normativo, dado que o que impera é o que está no regulamento municipal respetivo... Decreto Regulamentar nº 9/2009 de 29 de Maio > para ler e infelizmente ignorar.
  15. Caros colegas, A discussão apresentada neste forum sobre o conceito de área bruta é inteiramente justificada. Com o objetivo de facilitar a atuação dos intervenientes no setor do projeto e da construção foram recentemente publicados dois trabalhos que poderão ser do vosso interesse: - Medição da área bruta nos edifícios: Análise e operacionalização das regras estabelecidas na normativa portuguesa da construção https://www.researchgate.net/publication/310651774 https://www.researchgate.net/publication/310651310 - Medição de áreas nos edifícios: Regras complementares ao definido na normativa portuguesa da construção https://www.researchgate.net/publication/310651682 https://www.researchgate.net/publication/310651726 As vossas observações e sugestões sobre o exposto nestes trabalhos é muito importante e pode ser enviada para o endereço eletrónico areas@lnec.pt. Cumprimentos,
  16. Existem duas formas, o reparcelamento e o destaque... o que paga em encargos com o terreno varia em torno de 5.8% a 7.5% do preço de aquisição do terreno, dependendo de ser rústico ou urbano... simule aqui: http://apemip.info/info/imt.cfm Leia o DL 60/2007, para melhor se informar acerca do que é o reparcelamento e o destaque com as respetivas cambiantes e condições. Não sei onde é o terreno, mas o preço médio para um terreno (falando de um mercado médio) é de 40.000.00 Euros se rústico urbanizável, com tamanhos entre 400m² e 1500m², fazendo as contas, 40.000.00 Euros x 0.058 = 2320.00 Euros, estes encargos somam IMT + Registos + I.S. P.S. No espírito da lei, o destaque sempre pressupôs construção numa das parcelas, apesar disso já fiz em Torres Vedras um destaque sem construção imediatamente seguinte ao mesmo. Cumprimentos
  17. Obrigada, Bruno_Rosa pela resposta. O processo já está em andamento e segundo a Câmara Municipal o prédio está em área urbana conforme PDM. Quanto a estar em RAN ou REN, penso que não, mas a Câmara também não falou disso. Espero que não se venham colocar problemas à posteriori. Já consegui obter mais informações sobre o processo e parece-me, do pouco conhecimento que tenho, que está a andar tudo normalmente. Agora não posso voltar atrás, mas quando me disseram que esta era a única forma de criar dois números de matriz distintos para os dois proprietários, fiquei com muitas dúvidas se não haveria uma forma mais simples e mais económica. O melhor conselho que se pode dar a quem lida com estas questões é tentar saber informações a partir de diversas fontes e questionar muito quando se tem dúvidas. Obrigada, Ana
  18. O destaque de prédios rústicos é uma operação complexa. De forma sucinta sem o conhecimento de causa, só será possível dentro destas situações ideais: - O prédio estar em área urbana conforme PDM - O prédio não estar em RAN ou REN - Estando inserido em RAN ou REN, possuir pelo menos uma unidade de cultura - Estando em RAN ou REN só apos parecer da Direcção Geral de Agricultura e Pescas e mediante alguns pressupostos e condicionalismos O pedido tem de passar pela Câmara Municipal e a ajuda de um arquitecto é fundamental. Cumprimentos,
  19. Olá a todos. Agradeço toda a ajuda possível na seguinte questão: Possuo 2 terços de um prédio rústico (terra de lavoura), sendo que o outro terço é de outro proprietário, estando a totalidade do terreno inscrito sob um único número matricial. Por forma a resolver a situação e cada um dos proprietários poder vender a sua parte, foi-me aconselhado fazermos um destaque para cada um ficar com um nº de matriz. Nesse sentido, já foi feito o levantamento topográfico do terreno e já foi iniciado o processo com um solicitador. O problema é que a câmara informou-me erradamente dos preços, a informação é duvidosa (tanto da câmara como das Finanças) e o próprio solicitador tem dúvidas. Ainda por cima, o outro proprietário é uma pessoa algo problemática e tudo tem que ser gerido com muita calma para não gerar confusão. Disseram-me que só se poderia fazer o destaque se o terreno fosse para construir e o solicitador confirmou que se poderia construir depois. A minha dúvida é: o prédio é rústico e depois do destaque passará a urbano? Será só a minha parcela (que é maior) que depois poderá ser urbanizável ou também a do outro proprietário? Até agora gastei cerca de 750 euros e o solicitador agora enviou-me o orçamento final (espero eu porque nestas coisas há sempre surpresas) de mais 2000 eur, e ainda falta o preço da escritura. Vou colocar os preços abaixo e gostaria que me dessem uma ideia se é mais ou menos o que se pratica: - certidão predial 15€ (será o mesmo que caderneta predial que posso obter online no site das finanças?) - emolumentos para cartório 351€ - emolumentos para registo 462€ - IMT 841€ e imposto selo 103€ = 944 € (este processo é considerado uma transmissão onerosa de imóveis para pagar IMT??? não há mudança de proprietário...) - pedido de destaque nas Finanças 100€ - processo de divisão de coisa comum 100€ - IVA 46€ TOTAL: 2018 € Alguém me pode dar uma ideia destes valores? Se me tivessem dado estes montantes à partida não teria avançado mas a Câmara inicialmente falou num valor muito pequeno. Tendo em conta que este processo beneficia ambos os proprietários, estes valores devem ser pagos por igual entre os dois, ou divididos tendo em conta que eu tenho 2/3 e o outro proprietário tem 1/3 do terreno? Também, disseram-me que o valor do IMI ia ser atualizado e ia subir muito. Faz sentido se o terreno, mesmo que depois seja considerado urbano, não tenha construção nenhuma? Há alguma forma de evitar isto? Muito obrigada. Agradeço toda a ajuda pois tem sido um quebra-cabeças.
  20. Boa tarde, Tenho uma casa antiga e estava a pensar em recupera-la. A casa tem paredes de pedra com cerca de 50 cm de espessura não tem placa e precisa de um telhado novo. Alguém me sabe dizer é preciso para colocar placa e um telhado (projetos e papelada a tratar, etc) Se tiver que colocar um projeto à camara vou ter que alterar alguma coisa a nível dos interiores já existentes? Obrigado NS
  21. Eu quando perguntei, será que isto ainda está em vigor, não sabia que alguns dias depois: Portaria nº 219/2016 Isto iria ser revogado, fica a nota.
  22. Boa tarde, Se as mesmas não são visíveis, representa-as como tal... caso entendas que são elementos de grande importância representa-os a tracejado. (consciente da tardia resposta, mas apenas agora vi a questão...)
  23. Exato, três zonas e o valor mantêm-se inalterado ao que parece à sete anos, nos 482,40€ médio e 603,00€ de valor base, conforme o definido na Portaria n.o 419/2015 de 31 de dezembro acima referida, mas quanto mais pesquiso mais confuso fico... pois ao que parece a CM local definiu o seu próprio valor, e apesar de me dizer qual é "não sabe" qual o diploma-portaria-diário-edital onde foi afixado. Instituições Publicas... o contacto foi telefónico, vou la pessoalmente e caso não venha esclarecido vou-lhes escrever um poema. obrigado X
  24. Geralmente três zonas, mas penso que o valor/m² nos últimos anos permanece inalterado, ainda não comparei com os anos anteriores, mas recordo-me de ter lido qualquer coisa acerca de não ter alterado. Contudo isto é apenas para apresentar à CM local, para determinar o classe da obra, a que o empreiteiro estará habilitado para efetuar, não deve ser base para qualquer orçamento a apresentar ao cliente. E sim, é pela área útil que está no normativo e nós multiplicamos pela área bruta, não sei bem porquê, "o cego guiando o cego."
  25. Olá bom dia, para efeitos de contabilização dos custos inerentes à apresentação de um projecto de arquitectura, tenho vindo a pesquisar o Valor referente ao preço da construção/metro quadrado para o corrente ano. Contudo a informação que recolhi (Diário da República, 1.a série—N.o 255—31 de dezembro de 2015 ) interpreto-a como sendo para efeitos de IMI, ou é este o valor a ter em consideração? A minha duvida surge, dado me recordar que esse valor é/era definido para várias zonas do país e não único. Agradeço desde já qualquer dica
  26. no seguimento do "mínimo de cultura", hoje aprendi algo! Obrigado X pelo esclarecimento, fica aqui um bom registo. Apenas acrescento o numero da: Portaria 202/70
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